O CONTRASTE
Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras, e pela manhã cedo tornou para o templo e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se ensinava. E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; e pondo-a no meio disseram-lhe: Mestre está mulher foi apanhada, no próprio ato adulterando.
E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
E como insistissem perguntando-lhe, endireitou-se, e disse lhes: Aquele que entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. E tornando a inclinar-se escrevia na terra.
E quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar do mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.
E endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão àqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai te, e não peques mais (João 8.1-11).
Após o Senhor Jesus Cristo ensinar no templo na festa dos tabernáculos e ter causado dissensão entre os judeus a cerca de sua pessoa, porque afirmava ter sido enviado por Deus e os fariseus não aceitavam isso e achavam o cumulo Jesus declarar ser o Filho de Deus e diziam: “Este todos sabem de onde ele veio, mas quando o verdadeiro messias vier ninguém saberá de onde ele é”. (João 7.27-28).
Os judeus queriam prender Jesus e falavam que a multidão era maldita porque não conheciam a lei. E Nicodemos que era príncipe dos fariseus e mestre na sinagoga e que havia conversado em particular com Jesus dias antes disse: Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro ouvir e ter conhecimento do faz? Disseram lhe os fariseus: És tu também da Galiléia? Examine e verás que da Galiléia nenhum profeta surgiu. Terminado aquele debate cada um foi para a sua casa, pois já era noite. (João 7.50-53).
E o Senhor Jesus Cristo subiu ao monte das Oliveiras e passou a noite em oração, a interceder por seu ministério, por seus discípulos e pela humanidade incrédula. Enquanto Ele orava e intercedia, uma pobre mulher estava a pecar, a adulterar, a expor o seu corpo ao pecado. Percebe-se aqui um grande contraste, Jesus em santificação e uma pobre mulher e um pobre homem em atitude pecaminosa e são flagrados por outros pecadores e os quais queriam apedrejá-los.
Pela manhã o Senhor Jesus desceu do Monte das Oliveiras e foi ao templo e ensinava o povo, falava da salvação, das promessas de Deus, da misericórdia, da compaixão e da graça de Deus. Ele entregava aos homens o reino de Deus e declarava que aquele que se arrepende de seus pecados e o segue alcança o perdão e a salvação eterna.
Enquanto Jesus discursava os fariseus e os escribas entram, em um ato de pura falta de educação e de ética e o interrompe no meio de seu ensino adentram sem serem convidados, a preocupação deles era; barrar, aniquilar, os ensinos de Jesus, e para alcançar tal intento apanharam uma mulher no ato de adultério, mas só trouxeram a mulher, o homem não, talvez o homem fosse amigo deles ou de influencia na sociedade judaica ou haviam combinados com o tal homem aquela ação, e levaram apenas a mulher ao Senhor Jesus para pega-lo em contradição.
E disseram: Na lei de Moisés, ela tem que morrer apedrejada e tú o que dizes, Jesus vendo a falta de educação e respeito para com a sua pessoa e ensino que estava ministrando ironizou a atitude deles e nada respondia, inclinou-se e escrevia com o dedo na terra.
Observa-se aqui outro grande contraste, os fariseus e escribas estavam preocupados em destruir o ensino do Mestre, em matar, tirar a vida de uma alma cansada, mas o Senhor Jesus queria dar a vida, dar a salvação, dar a libertação, dar a graça à misericórdia e o perdão a ela. Enquanto a criatura queria condenar, matar, destruir, o Criador queria dar vida e vida com abundância.
O Senhor Jesus Cristo que é sabedor de todas as coisas ao ver a insistência deles disse: “Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro a atirar pedras nela”, e tornou a escrever na terra.
E eles começaram a olhar um no rosto do outro e a olhar para o povo que estavam ouvindo o ensino do Mestre, e viram que tentaram em vão envergonhar o Senhor Jesus no meio do povo, pois o Senhor Jesus em um simples ato de ironia e sabedoria de Deus desmantelou o esquema deles, e quando ouviram e viram a autoridade da palavra do Senhor Jesus, foram saindo um a um a começar pelos mais velhos, interessante, os mais velhos foram os primeiros a sair, porque será que não foram os mais novos?
Talvez dissessem consigo, eu também matei, roubei, prostitui, adulterei e menti, e saíram todos ficou somente Jesus e a mulher, o Senhor Jesus endireitando-se perguntou a mulher: Onde estão os teus acusadores? Ninguém de condenou? Ela disse: “Ninguém Senhor” e Jesus disse: “Nem Eu também de condeno vai em paz e não peques mais”.
A Bíblia afirma que Deus olhou do céu a terra e não viu um justo sequer por isso Ele enviou seu Filho, não para condenar o homem, mas para salvar o homem da condenação eterna. (João 3.16-21). Hoje você pode alcançar a vida e o perdão de seus pecados entregando a sua alma abatida ao Senhor Jesus Cristo e receber em si a paz, a alegria que só vem Dele.
Gilmar Custódio, é Jornalista, Presbítero, Teólogo, Preletor do Evangelho, Professor de Escola Bíblica e Membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Ministério Belém, em Santa Bárbara d’Oeste –SP. Contato: pbgilmarcustodio@bol.com.br
Escrito por pbgilmarcustodio às 15h52
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UM TESOURO ESCONDIDO
O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido no campo, que um homem, ao descobri-lo, esconde; então, movido de gozo, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. Outrossim, o reino dos céus é semelhante a um negociante que buscava boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e a comprou.
Igualmente, o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanhou toda espécie de peixes. E, quando cheia, puxaram-na para a praia; e, sentando-se, puseram os bons em cestos; os ruins, porém, lançaram fora.
Assim será no fim do mundo: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e lança-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá choro e ranger de dentes. Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhe eles: Entendemos. E disse-lhes: Por isso, todo escriba que se fez discípulo do reino dos céus é semelhante a um homem, proprietário, que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. E Jesus, tendo concluído estas parábolas, se retirou dali (Mt. 13.44-52).
As parábolas: do joio, da pérola de grande valor, da rede de pesca, e das coisas novas e velhas, pertencem a esta mesma fonte informativa. A parábola do tesouro escondido em um campo, campo este de pouco valor comercial, mas que em seu interior tinha um tesouro valioso que alguém escondera.
Nos tempos antigos era comum esconder riquezas, isto se originou pela dificuldade em proteger os tesouros dos ladrões, da avareza dos vizinhos e outros perigos que ameaçassem sua perda, este costume é praticado até hoje, especialmente por aquelas pessoas que desconfiam dos bancos.
Naqueles tempos alguns escondiam em casa, outros por maior segurança ocultavam no campo, próximo a rochas ou árvores, ou seja, em lugar que não se perdesse de vista e de fácil acesso. Em muitos casos nem os próprios familiares sabiam da existência de tais tesouros e se acontecesse do chefe da casa morrer o tesouro estava perdido.
No livro do profeta Jeremias a Bíblia fala da prática de se ocultar tesouros. Jr. 41.8 - Mas houve entre eles dez homens que disseram a Ismael: Não nos mates a nós, porque temos no campo tesouros escondidos, trigo e cevada, azeite e mel. E ele por isso os deixou e não os matou como a seus irmãos.
Nas leis Judaicas estabelecia que quem vendesse um campo e no seu interior houvesse um tesouro escondido, o comprador do campo era dono de tudo e não tinha obrigação de devolver o tesouro encontrado.
Esta parábola do tesouro oculto ilustra a descoberta acidental do reino de Deus; e a parábola da pérola, a descoberta do reino de Deus por esforço diligente.
A parábola do tesouro escondido mostra que certo homem saiu a caminhar, como se estivesse, a andar simplesmente para passar o tempo, ou seja, estava sem compromisso.
E adentra naquele determinado campo, quando resolve parar para descansar um pouco, talvez parou próximo a umas rochas ou próximo a uma árvore, que como ponto de referencia alguém escondera uma grande riqueza naquele local.
Ele de momento não acredita no que vê tamanha é a sua surpresa e a sua alma esta envolvida de emoções, fica perplexa diante de tanta maravilha. O que Ele faz? Que atitude tomar? Ele chega a seguinte, decisão; “vou esconder melhor este tesouro”, talvez estivesse um pouco descoberto, aparecendo alguns detalhes, ele então cobre com terra, pedras, madeiras, enfim oculta.
E diz consigo mesmo; “vou falar com o proprietário deste campo” e dirige-se até ele, sem revelar nada, procura saber o valor do campo, saber se estava à venda. Ao saber o valor do campo e que estava a venda, ele volta para sua casa, e faz cálculos, e movido pela alegria, ele diz; “Preciso vender tudo quanto tenho, pois este tesouro é muito grande, é incrível, eu não posso perdê-lo”. Movido pelo gozo que invade a sua alma vende tudo quanto tem e compra aquele campo, o campo em si não tinha muito valor comercial, mas o tesouro que estava dentro do campo este sim tinha um valor altíssimo.
O que é vender? Vender é o mesmo que trocar, você troca um objeto qualquer, por dinheiro. Caro leitor, qual é a representação deste campo? Qual o significado desse campo para a humanidade? Ora há em Jerusalém fora da cidade, ou seja, fora do arraial, tem o monte chamado Caveira ele recebeu este nome por ter o formato semelhante a uma caveira, é chamado também de Monte Calvário.
Este campo foi o cenário do maior sacrifício da história humana, nele o Filho de Deus, o Cordeiro de Deus, foi imolado, para tirar o pecado dos homens, ou seja, daqueles que crerem no seu sacrifício e se arrependem de seus pecados e o aceitam como seu Salvador Pessoal.
Um dos ladrões que estava crucificado ao lado do Senhor Jesus Cristo, naquele campo de dor, um lugar desprezível, ou seja, um campo sem valor comercial algum, pois eram levados para aquele lugar os malfeitores para serem mortos. Ele olhou bem para o Senhor Jesus Cristo, e viu e descobriu ali naquele campo de dor um grande tesouro, e disse: “Senhor lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. E Jesus lhe disse: “Hoje mesmo estará comigo no paraíso”.
E este Tesouro meus amigos, é o Senhor Jesus Cristo, que os soldados romanos não viram que os Judeus não viram que Pilatos não viu, muito menos o outro ladrão que estava junto crucificado. Só se pode ouvir a voz do centurião que disse: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus”.
Hoje existe rua envolta do Monte Caveira, os Judeus até hoje passam por lá e ainda não foram capazes de descobrir o grande Tesouro que existe ali.
E você meu amigo ainda não conseguiu ver este Tesouro. Prezado leitor todos aqueles que olham para o Calvário encontram o maior Tesouro, encontram Jesus Cristo, o dono da vida, encontram perdão, libertação, justificação, regeneração, cura de enfermidades, batismo com o Espírito Santo, e o nome escrito no Livro da Vida do Cordeiro.
A parábola em apreço ilustra o valor da verdade que se acha em Cristo Jesus que inclui a própria pessoa de Cristo, a mensagem do Evangelho e a vida eterna aos homens. Esta parábola ilustra o homem, em busca da verdade aqui, e ali, e o indivíduo é finalmente levado a descobrir, que realmente existe um Grande Tesouro neste mundo e que este Tesouro é Cristo Jesus.
Ao reconhecer essa maravilhosa descoberta, percebe-se que todos os outros Tesouros da Vida sejam eles: Riquezas materiais, intelectualidade, os prazeres da carne, a fama, não é nada comparada com esse Tesouro incalculável.
Essa foi à experiência dos apóstolos, encontraram este tesouro e trocaram tudo que tinham para ficarem com Ele, você também pode fazer esta troca hoje, troque a sua alma cansada, pelo descanso, troque o fardo do pecado, pelo jugo suave de Cristo, troque o caminho do mal, pelo caminho do bem, ou seja, venda tudo o que não presta na sua vida e troque por este Tesouro chamado Jesus Cristo. Este tesouro está ao seu lado agora.
Uma vez encontrado este Tesouro deve ser guardado para sempre.
Gilmar Custódio, é Jornalista, Presbítero, Teólogo, Preletor do Evangelho, Professor de Escola Bíblica e Membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Ministério Belém, em Santa Bárbara d’Oeste –SP.
Contato: pbgilmarcustodio@bol.com.br
Escrito por pbgilmarcustodio às 10h48
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O caminho e o atalho
Por Gilmar Custódio
No evangelho de São João capitulo 14.6 Jesus afirma: “Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim”. Ao proferir essas palavras Jesus deixa claro que ele é o único caminho, ele não disse; eu sou um dos caminhos, portanto para se chegar a Deus o Pai não existe outro caminho. Jesus é também a única verdade, não existe duas verdades, ele é a verdade que conduz o homem a Deus. Se existe o caminho da verdade, conseqüentemente existe também o da mentira, a trilha da mentira é espaçosa, larga, florida e cheia de falsas religiões e de falsos ensinos.
Jesus é a vida, a verdadeira vida só é encontrada em Jesus, fora de Jesus é só o caminho da morte. Todo caminho que o homem trilhar fora de Jesus é falso, é um atalho que o leva cada vez mais longe do caminho verdadeiro, o atalho é convidativo e iludi com o sucesso fácil, a Bíblia diz em Provérbios 16.25 “Há atalhos que aos olhos parece direito, mas o seu fim são os caminhos da morte”.
O ser humano tem preferencias por atalhos, o que é atalhos? Atalhos é escolher o caminho de menor esforço o de menor fé. A lei do mínimo esforço tem contribuído de certa forma para o progresso da ciência e das artes, como invenções de máquinas para poupar esforço braçal, calculadora para poupar esforço mental, enfim, escadas rolantes, calculadoras eletrônicas, carros, computadores, guindastes, tudo isso ilustra a lei do mínimo esforço.
Na estrada da vida existe atalhos que não se deve ser trilhado porque leva ao desastre, a Bíblia como o mapa divino aponta vários desses atalhos, como exemplo pode ser visto a história do patriarca Jacó, que enveredou pelo caminho da fraude enganou o irmão e o próprio pai conquistando para si o direito da primogenitura e após teve que fugir, posteriormente foi enganado por seu sogro que mudou seu salário várias vezes e teve de trabalhar 14 anos para conquistar a mulher que amava. Jacó aprendeu que o atalho do engano só leva ao labirinto e a saída só é possível pela porta do arrependimento, através do atalho se consegue diploma, mas não o conhecimento, se adquiri riquezas, mas não um tesouro no céu, reputação, mas não caráter, aliás caráter é o que Deus atribui a aquele que o serve.
A Bíblia deixa claro que o pior atalho é o da desobediência, pois é através dela que o homem se afasta de sua razão de ser como homem, feito para glorificar a Deus deixa de dar glórias a Deus e passa a prestigiar coisas banais. Por exemplo o homem se afasta da presença de Deus e entra na trilha da prostituição, do adultério, do roubo, do engano, o fim é a morte não resta duvida. Adão e Eva os pais da humanidade imaginavam que através de um atalho poderiam alcançar um conhecimento superior, e mais feliz, foram enganados por Satanás, que os iludiram ao afirmar que eles seriam iguais a Deus tendo conhecimento de tudo, do bem e do mal.
E através desse desvio perderam o paraíso e como conseqüência sobreveio-lhes todo sorte de sofrimento que perdura até os dias de hoje. É insensato, ou seja, é falta de inteligência, todo aquele que quer vida longa enquanto transgride as leis da saúde, através do cigarro, da bebida alcoólica, das drogas, e etc. Fica a pergunta porque será que o homem inventou e continua a criar drogas dos mais diversos tipos? Isso nada mais é que um desvio, um atalho, seguido pelo homem, escolhido por ele próprio que o leva a cada dia mais longe do criador. A geometria ensina que o caminho mais curto entre dois pontos é traçar uma linha reta, na esfera moral o caminho reto pode não ser o mais curto ele é mais penoso e cheio de obstáculos a serem vencidos, mas é o único digno de ser palmilhado por aqueles que aspiram a vida imortal e esse caminho reto é Jesus.
Em Provérbios 14.12 e 16.25 está escrito: “Há caminhos que aos homens parece direito, mas o fim deles são os caminhos da morte”. Imagine um carro em uma estrada boa, logo a frente uma placa grande com os seguintes dizeres: Não siga em frente entre pelo desvio. Mas o condutor olha analisa e decide seguir em frente porque a estrada é convidativa bonita, espaçosa e confortável. Desprezar o aviso significa: Imprudência, falta de inteligência e insensatez, pois a frente a ponte se rompeu e o rio está transbordando e quem teimar é morte na certa.
Nessa mesma estrada visualize um veículo conduzido por um motorista bêbado ele não vê a placa e muito menos o aviso, resultado, morte no fundo rio, a ponte estava destruída. Assim é a situação da maioria dos homens, estão embriagados no pecado, levados pelo engano, dirigem suas vidas sem direção e não conseguem visualizar o caminho que conduz a vida e muito menos ver a porta da salvação.
No evangelho de Mateus 7.13,14 diz: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz a perdição, e muito são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. Jesus é a porta e o caminho que conduz o homem para a verdadeira vida.
Gilmar Custódio, é Jornalista, Presbítero, Teólogo, Preletor do Evangelho e Professor de Escola Bíblica da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Ministério Belém, em Santa Bárbara d’Oeste –SP, Rua Inácio Antônio, 248 – centro.
Contato: pbgilmarcustodio@bol.com.br
Escrito por pbgilmarcustodio às 12h44
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Os Sinais do Fim
O século 21 está no começo, mas já registrou inúmeras catástrofes que tem alarmado a humanidade. Além da fome que tira a vida de milhares de pessoas no mundo a cada dia, da avalanche terrorista, o crime organizado, que assolam por todos os lados, como aconteceu na destruição das torres gêmeas em Nova York (E.U.A) e no ataque a trens lotados de passageiros nas proximidades de Madri (Espanha) ambos ocorridos em um dia 11 este ultimo em março 2004, que deixou mais de 200 mortos e centenas de feridos.
Percebe-se também a fúria e o poder de morte de certos fenômenos como; os tsunamis, terremotos, furacões e maremotos, dentre outros cataclismos apresentados pela natureza. Perplexos diante dessa situação os homens perguntam: O que será que é isso? Porque está acontecendo isso? Será que estas coisas estavam previstas para acontecer? O que o ser humano poderá fazer para impedir a repetição desses desastres ecológicos? Esses acontecimentos são sinais de que Cristo Jesus está voltando, que sem dúvida alguma está prestes a acontecer.
No capitulo 24 de Mateus Jesus afirma que esses fenômenos são avisos sobre a aproximação da sua vinda para arrebatar a sua Igreja, nessa passagem fica bem claro o que acontecerá com a humanidade. O texto declara ainda que surgirá falsos cristos, falsos profetas e homens amantes de si mesmo, haverá guerras e rumores de guerra, nações se levantarão contra nações, haverá fomes, pestes e terremotos em várias partes, mas ainda não será o fim.
Tem se observado o crescimento das moléstias tais como; a gripe aviaria, a doença da vaca louca, a aids e outras, mais os fenômenos da natureza que tem aumentado, tudo isso, é uma pequena amostra do que virá, são os princípios das dores. O Senhor Jesus disse: Eu sou o caminho a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14.6), Jesus quer dizer com essas palavras que ele é o único caminho que conduz o homem à salvação eterna. Jesus é o único caminho, mas o ambiente pecaminoso em que está o mundo as pessoas não conseguem visualizar isso, e essa situação propicia o surgimento de falsos profetas que enganam a muitos com seus ensinos.
O Senhor Jesus mostra que em todas as construções do saber no campo do conhecimento de Deus e das coisas espirituais cairão por terra, pois todas elas serão desmoralizadas em seus fundamentos, como prova de que a verdade jamais esteve ali. O homem que quiser salvar a sua alma tem que seguir unicamente a Palavra de Deus, e não pensamentos filosóficos inventados por homens na tentativa de chegarem a Deus, ou de explicar quem é Deus. Jesus deixou claro em seus ensinos que a iniqüidade, ou seja, o pecado irá abundar, irá crescer de forma assustadora pior que nos dias de Sodoma e Gomorra, e mais que nos dias de Noé e com isso o amor de muitos esfriará, mas deixou claro também, que quem perseverar em segui-lo até o fim será salvo.
Em meio a esse mundo conturbado o evangelho de Cristo Jesus, continua sendo anunciado pela sua Igreja militante na terra e os mesmos milagres que o Senhor realizou no passado como; curas, libertação de males, dentre outros, ainda hoje ele os faz, (Hebreus 13.8, Mateus 28.20) não importa o tipo de problema Jesus tem a solução é só crer. É importante lembrar que a vinda do Senhor Jesus está próxima. Portanto é necessário estar preparado para encontrar com Ele, e ser ajudado por Ele em tempo oportuno.
Gilmar Custódio, é Jornalista, Presbítero, Teólogo, Preletor do Evangelho e Professor de Escola Bíblica da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Ministério Belém, em Santa Bárbara d’Oeste –SP, Rua Inácio Antônio, 248 – centro.
Contato: pbgilmarcustodio@bol.com.br
Escrito por pbgilmarcustodio às 12h44
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A influência do marketing - O mundo real e o mágico
Por Gilmar Custódio
Começa com embalagens atrativas, que produz uma satisfação imediata, sedução ilegítima, descontrolada, a qual gera o consumismo essa é a lógica do mercado. O consumismo acontece quando uma pessoa compra coisas sem necessidade só por puro prazer de comprar.
O mercado vive em função do consumo se não há consumidor as fábricas fecham, ai entra os meios de comunicação de massa, televisão, rádio, jornais, revistas e internet, que são os agentes propagador e são pagos pela industria, pelo comércio e pelas agências de serviços, as quais são representante das classes dominadoras e criam estratégias de marketing e publicidade.
Os meios de comunicação apresentam os produtos como uma forma mágica, além desta apresentação, transmitem a idéia de que a maneira deles verem a vida é a melhor, ou seja, querem a todo custo recriar o mundo na cabeça das pessoas conforme o seu modelo e semelhança.
Querem que as pessoas pensem como eles, pois na medida que alguém consiga que o outro pense, sinta e aja do jeito que ela quer, tal pessoa é fácil de ser manipulado, a qual passa a servi-lo sem saber.
Precisamos distinguir o mundo real, do mundo mágico criado pela mídia.
O mundo mágico mostra a propaganda de um carro de última geração, de uma roupa de grife, de um tênis de marca ou sapato. A impressão que se tem é que todos podem comprar.
Mas nós vivemos num mundo de desigualdades sociais horríveis, imaginem uma criança pobre vê a propaganda na TV e pensa, já que eu não tenho condições de ter, vou roubar de quem tem. (obs: nesse país não é feito nada em prol do social, só há corrupção e miséria na classe política dominante).
Veja os comerciais de bancos, o Banco Itaú faz tudo por você, Unibanco o banco 30 horas aqui você pode dormir tranqüilo, Banco Bradesco aqui você é especial. (obs: vá lá e peça dinheiro para eles, porque aparentam serem tão amorosos...)
A mídia mostra o mundo de quem tem dinheiro, observe o contraste em sua cidade, veja o lado rico e o lado pobre. O que não dizer das novelas que só aparecem gente bem vestida com lindas mansões, carrões e alimentação farta, quando mostram uma favela por exemplo ou é roubo, ou é seqüestro, denegrindo ainda mais a imagem de quem vive a margem da sociedade.
A fantasia de uma propaganda de lanche recheado com mortadela, presunto, queijo e outros ingredientes etc. Veja o poder de sedução através da imagem, quando você o vê não sente o cheiro, não há como ter o tato, não dá para saber o sabor, os sentidos são despertados através da imagem o consumidor é conquistado pelo olhar, imaginem uma criança que está com fome e sem dinheiro, vendo uma propaganda dessa, mesmo que seja em um jornal velho ou revista jogada na rua.
O mundo real: O homem é medido pelo que ele tem, e pela sua representatividade diante da sociedade, a sociedade do mundo real é excluídora quem tem posses é valorizado, todos se aproximam, se o cidadão for negro ou pobre é rejeitado. No mundo real o abastado viaja de avião, em carros de última geração, conhece vários lugares do Brasil e do mundo, freqüenta restaurantes, enfim desfruta de tudo que o dinheiro e posição social lhe dá. O pobre só observa e é o serviçal sem direito a nada.
Gilmar Custódio, é Jornalista, Presbítero, Teólogo, Preletor do Evangelho e Professor de Escola Bíblica da Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Ministério Belém, em Santa Bárbara d’Oeste –SP Contato: pbgilmarcustodio@bol.com.br
Escrito por pbgilmarcustodio às 12h43
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